segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ESTÃO TODOS PREPARADOS? NÃO, ENTÃO PREPAREM-SE...

Em Franca dia 10 de dezembro de 2011 acontece a Reinauguração da Boate Victtória Club.
Em 2009 com o surgimento da Boate Diesel, a Victtória Club fechou e no espaço onde encontrava- se a boate, hoje é chamado de Arena Country...
Infelizmente a Boate Diesel e Music, também fechou na fidade de Franca-Sp, deixou sim muitas saudades...Mas para a alegria de todos, a magia da Victtória Club está de volta...

Por Jazy Theodolino.

domingo, 20 de novembro de 2011

Zeca Baleiro

25/11/2011 - Sexta Feira
Clube de Campo - Franca - SP
Horário: 22:00

PISTA:
1º Lote R$ 30,00 / 2º Lote R$ 35,00 / 3º Lote R$ 40,00

ÁREA VIP:
1º Lote R$ 60,00 / 2º Lote R$ 70,00 / 3º Lote R$ 80,00
Open Bar: Grand Bohemia, Vodka Eristoff, Suco de frutas, Refri, Hi-fi, Água, e degustação no bar temático da Bacardí de Martini e Mojito.

CAMAROTE (MESA 6 PESSOAS): 1º Lote R$ 480,00 (ESGOTADO) / 2º Lote R$ 540,00 / 3º Lote R$ 600,00
Open Bar: Grand Bohemia, Vodka Eristoff, Suco de frutas, Refri, Hi-fi, Água, Porção de frios, Serviço de garçom + 01 garrafa de Martini ou de Bacardí Mojito por mesa.

Pontos de Vendas:
Macboot Outlet: (16) 2104-7427
Niti Temakeria: (16) 3409-6300
Academia Atlanta:(16) 3723-2016
775: (16) 3721-3165 / (16) 3721-1478

Reserva de Mesas / Informações : (16) 9167-6541

Não perca!

Por Jazy Theodolino

Filho do jogador Edmundo com Cristina Mortágua lança sua própria grife e fala do incentivo do pai


Alexandre Mortágua, filho do ex-jogador de futebol Edmundo com a ex-modelo Cristina Mortágua, se prepara para lançar a primeira coleção da sua grife (que leva seu nome), no Espaço Ox, no Leme, no próximo sábado. Em entrevista ao jornal O Dia Online ele falou sobre a relação com a mãe e o incentivo que tem recebido do pai.

Em maio, o garoto de 17 anos, chamou a polícia em casa, alegando que estava sendo agredido pela mãe. Em sequência ele saiu de casa, foi morar com a avó, compôs o funk ‘A Loka do Rivotril’ em homenagem ao  episódio e se reaproximou do pai, com quem não tinha tanto contato.
Passado o tumulto, Alexandre voltou para casa e a relação com Cristina vem melhorando. “Estamos todos nos acostumando uns com os outros. Minha mãe nunca viu o meu pai perto de mim, mas está adorando. Meu pai tem me incentivado na carreira. Ele me disse: ‘Qualquer coisa digna, que dê dinheiro, eu apoio’”, contou o jovem designer ao jornal.
A coleção de estreia da marca tem 14 looks com pegada minimalista. “Não gosto de muita informação. Acho que, se você conseguir chocar com um estilo clean, você já é muito bom. Ser bom com exagero é fácil”, diz. Ele revela que se interessou por moda aos 12 anos  a influência da mãe foi grande nessa empreitada, já que acompanhou muitos trabalhos da modelo.

Por Jazy Theodolino

Jogador americano assume homossexualidade e ganha apoio do clube

O jogador de 30 anos David Testo, do Montreal Impact, resolveu assumir a sua homossexualidade. A declaração do atleta aconteceu para à “CBC Rádio-Canadá”.

“É como transportar em torno de um segredo, e nunca ter a permissão para ser você mesmo”, disse Testo que garantiu que seus companheiros já sabiam sobre sua homossexualidade.

Após a declaração do meia, o presidente do Montreal Impact, Joey Saputo, apoiou a decisão de Testo.

“A declaração de David Testo é de fato muito pessoal. Sabíamos de sua orientação antes de ele se juntar ao nosso clube em 2007”, afirmou Saputo.


Por Jazy Theodolino.

Rihanna e Lady Gaga cantam em anúncio de candidatos ao Grammy



Rihanna, The Band Perry e Usher são as últimas novidades entre as atrações musicais do anúncio dos candidatos ao prêmio Grammy, evento que acontecerá no próximo dia 30 e que também contará com a presença de Lady Gaga, informou nesta quarta-feira passada (16) a Academia em comunicado.
O evento, apresentado pelo ator e músico LL Cool J, será realizado no Teatro Nokia, em Los Angeles, e transmitido pela emissora CBS. Além disso, contará com a presença de Ludacris, Lupe Fiasco, Sugarland e o cantor country Jason Aldean. A organização também informou que durante o evento será anunciado o retorno de um histórico grupo musical que se reunirá nos palcos da 54ª edição do Grammy, marcada para o dia 12 de fevereiro.
Dois dias antes do Grammy, o cantor britânico Paul McCartney receberá o prêmio de Pessoa do Ano em uma cerimônia cujos lucros irão para a Fundação MusiCares, criada pela Academia para garantir o bem-estar dos artistas.
O prêmio Pessoa do Ano reconhece os méritos artísticos do cantor e compositor, assim como suas atividades filantrópicas. No passado, este prêmio foi entregue a nomes como Tony Bennett, Bono, Phil Collins, Neil Diamond, Gloria Estefan, Aretha Franklin, Billy Joel, Elton John, Luciano Pavarotti, Sting, Stevie Wonder, Neil Young e Barbra Streisand, que recebeu o prêmio em 2010.

Por Jazy Theodolino.

Fãs elegem 'Amanhecer' o melhor filme da saga 'Crepúsculo'


Ninguém saiu chorando, mas a grande maioria deixou as salas do cinema Eldorado, em São Paulo, onde ocorreu a pré-estreia de "Amanhecer - Parte I" - o quarto da saga "Crepúsculo" - satisfeita. Considerado como o filme mais fiel ao livro da escritora Stephenie Meyer, o longa agradou e emocionou o grupo de cerca de 1.300 fãs brasileiros que assistiu ao filme primeiro, independentemente da faixa-etária.  Para os fãs, "Amanhecer" foi o primeiro filme que correspondeu às expectativas.

Por Jazy Theodolino.

'Feliz demais', Beth Carvalho lança 1º álbum de inéditas em 15 anos


A cantora voltará de vez aos palcos em novembro – no dia 19 no Rio de Janeiro e no dia 26 em São Paulo – após passar dois anos de cama por problemas na coluna. Mais do que isso, o ano também fica marcado por seu regresso ao estúdio para gravar “Nosso samba tá na rua”, seu primeiro álbum de inéditas em 15 anos e o 36º de sua carreira. “Estou muito satisfeita com o repertório, acho que consegui falar de todos os temas de que gosto, como negritude, amor, Carnaval, feminismo e Mangueira”.



Como de costume, Beth Carvalho definiu as canções do disco depois de mostrá-las a um júri popular, que votou nas preferidas. “Foi o que me deu um prumo maior pra escolher as 15 finais”. Antes disso, porém, ela gravou 25 sambas de uma seleção feita a partir do acervo que tem em casa e de composições criadas por novos músicos. “Tenho fitas desde o começo da minha carreira”, conta. “Desse meu acervo, só aproveitei ‘Palavras Malditas’, do Nelson Cavaquinho. Preferi as novas porque dá mais tesão de gravar, mas poderia fazer um disco só com coisas do acervo”.
“Nosso samba tá na rua” foi produzido por Rildo Hora, figura que Beth reencontra após 27 anos e que é responsável por alguns dos álbuns mais importantes de sua carreira, presentes nas décadas de 1970 e 1980. Em sua capa é possível ver todos os compositores do disco – com exceção de Chico Buarque e Serginho Meriti – ao redor da Madrinha do Samba, numa foto que remete exatamente a essa época. “É uma soma das capas de ‘De pé no chão’ (1978) com ‘Na fonte’ (1981)”, explica. “É uma festa”.
Além de Rildo, a cantora também reuniu para as gravações nomes com quem já havia trabalhado em vários de seus discos, como Leonardo Bruno, Ivan Paulo e Luis Carlos Reis, fato que acredita ter ajudado no resultado final do álbum. “Não é qualquer um que sabe fazer disco de samba, é muita coisa acústica. A microfonagem, no gênero, é fundamental. Nesse aspecto eu estava tranquila, com gente que sabe o que faz”.


Por Jazy Theodolino.
Beth Carvalho costuma dedicar cada um de seus discos e, dessa vez, a escolhida foi Dona Ivone Lara. “Acho ela uma grande intérprete e compositora, que faz os ‘lararas’ mais bonitos da MPB. Uma mulher guerreira, que foi a primeira a entrar numa ala de compositores de uma escola de samba. Sou a cantora que mais a gravou”, explica.
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Capa do disco "Nosso samba tá na rua", de Beth Caravalho (Foto: Reprodução)Capa do disco "Nosso samba tá na rua",
de Beth Caravalho 
A grande surpresa do repertório é a faixa “Arrasta a sandália”, composição de Dayse do Banjo com a filha de Beth, Luana Carvalho. “Achei essa música da melhor qualidade. É samba de gente grande. Acho que merece estar no disco. E ainda canto ela com Zeca Pagodinho, então a Luana estreou com pé direito”, orgulha-se.
Por conta de todos esses fatores, Beth Carvalho afirma que “Nosso samba tá na rua” “é o disco mais maduro” de sua carreira. “Deu tudo certo. O estúdio que gravei é muito bom, fica atrás da minha casa. Uma sorte. Um lugar com casinhas, que são pequenos ambientes que isolam um instrumento do outro, e o samba precisa disso. Foi uma delícia”.
O novo trabalho será apresentado na íntegra nos shows que Beth Carvalho fará em novembro. O primeiro deles acontece no dia 19 no Vivo Rio, no Rio de Janeiro. Na semana seguinte, no dia 26, a cantora toca no HSBC Brasil, em São Paulo. “[Fazer shows] é a coisa que mais gosto na vida. Estou muito feliz. Vai ter dançarinos, cenário e figurino. Serão shows grandiosos”.


Rio de Janeiro
Onde: Vivo Rio - Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo
Quando: 19 de novembro, a partir das 20h
Quanto: R$ 60 (pista superior) R$ 150 (camarote)
Informações: www.ingressorapido.com.br


São Paulo
Onde: HSBC Arena - Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio
Quando: 26 de novembro, a partir das 20h
Quanto: R$ 160 (camarote) R$ 70 (cadeira alta, setor 3)
Informações: www.ingressorapido.com.br



Por Jazy Theodolino.

Britney Spears se apresenta para 30 mil fãs em SP.


Cantora fez show com 20 músicas em uma hora e meia. Apresentação sem surpresas aconteceu no Anhembi.


A gritaria e o fanatismo dos admiradores de Britney Spears ainda continuam os mesmos e, no aperto dos maiôs e tops, nem parece que a cantora está tão acima do peso como se diz. Foram essas as principais constatações dos 30 mil fãs da cantora americana, que viram Britney cantar, dançar e, claro, dublar durante uma hora e meia de show nesta sexta-feira (18) na Arena Anhembi, em São Paulo.


“'Como está São Paulo? Tudo bem? Não consigo escutá-los”, provocou Britney, logo no começo da apresentação, às 22h05. Sem banda de apoio, Britney é escudada apenas por dois DJs com sintetizadores e teclados, oito bailarinos e por Felipe, garoto pinçado da plateia para quem Britney faz uma dança sexy ao som de “'Lace & leather”'.
As coreografias pouco exigem da desenvoltura da moça. Ela se abana de leve enquanto sacoleja timidamente (“'Piece of me”') e senta em caixa de som e só mexe as mãos (“'Big fat bass”', dueto com um Will.I.Am virtual, que surge nos telões).
Saia esvoaçante
Em “'If u seek Amy”, ela pouco se movimentou: a saia esvoaçante faz todo o trabalho. Outras coreografias, acredite, são ainda mais econômicas. Mas nada que faça o fã-clube reclamar.
Após mais um interlúdio em vídeo - ao todo são quatro -, ela finalmente retorna com seu bordão “'It's Britney, bit'h”'. E, finalmente, com a barriga descoberta, quando desfila pelo palco ao som de “'Gimme more”', do ótimo “'Blackout”', de 2007.
Britney Spears faz apresentação no Anhembi, em SP (Foto: Flavio Moraes/G1)Britney cantou, dançou e também dublou. (Foto: Flavio Moraes/G1)
O repertório segue a mesma sequência apresentada nos últimos meses na Europa, nos Estados Unidos; e no Rio de Janeiro, na terça-feira (15). É o CD “Femme fatale”, lançado em março deste ano, que dá sustentação ao setlist. Boas faixas como “'How I roll”' e “'(Drop dead) Beautiful”' ajudam a dar uma renovada no set de turnês anteriores.
Das 12 músicas do álbum mais recente, oito são incluídas, com destaque para “Hold it against me” (que abre o show) e a versão remixada de “Till the world ends”, que fecha o expediente.
Como a tentativa é de transformar os espaços de shows em boates, não há chance para faixas mansas. Por esse motivo, quase todas as baladinhas espalhadas pela carreira da moça são ignoradas.
“Sometimes”, “From the bottom of my broken heart”, “Lucky” e “Everytime” ficam de fora. A única que representa a faceta mais emotiva e menos acelerada de Britney é “Don’t let me be the last to know”, que ela canta sentada em um balanço. A canção, lançada em 2001, tem o produtor Robert “Mutt” Lange (autor de “You and I”, de Lady Gaga) e sua mulher Shania Twain entre os compositores.
Britney e seu vestido esvoaçante. (Foto: Flavio Moraes / G1)Britney e seu vestido esvoaçante. (Foto: Flavio Moraes / G1)
Na primeira vinda ao Brasil, na falta dos quilinhos a mais de hoje, o assunto extra-musical foi apenas o uso de playback. Mesmo tendo sida escalada para a noite dedicada à música pop, na terceira edição brasileira do Rock in Rio, Britney foi achincalhada pela forte presença de bases de voz pré-gravadas, tão comuns em shows de popstars.
Os truques de mais de dez anos atrás permanecem, e os maiores trunfos não estão só no começo da discografia de Britney. As reações do público em “'Toxic”', “'...Baby one more time”' (em versão bem diferente da original) e “'I'm a salve 4 u” mostram que hits pré-2003 estão vivos. Mas como a mais cantada da noite foi a novíssima “'Till the world ends”', fica fácil afirmar que Britney tem mais lenha do que gordurinhas para queimar.

Veja o setlist do show de Britney Spears em SP
“Hold it against me”
“Up n' down”
“3”
“Piece of me”
“Big fat bass”
“How I roll”
“Lace & Leather”
“If U seek amy”
“Gimme more”
“(Drop dead) Beautiful”
“Don’t let me be the last to know”
“Boys”
“... Baby one more time”
“S&M” (cover de Rihanna)
“Trouble for me”
“I'm a slave 4 u”
“I wanna go”
“Womanizer”
“Toxic”
“Till the world ends (Remix)”



Por Jazy Theodolino.

Morre no Rio o ator Adriano Reys.


Ator tinha 78 anos e sofria de câncer no fígado e no peritônio. 
Ele estava internado no Hospital Copa D'Or, na Zona Sul.



Morreu por volta das 9h30 deste domingo (20) o ator Adriano Reys.
Segundo Vivi Cantinho, que era casada com o ator havia 29 anos, Adriano tinha 78 anos, sofria de câncer no fígado e no peritônio e estava internado no Hospital Copa D'Or, na Zona Sul do Rio, havia dez dias. 
O velório será às 14h deste domingo, das 14h às 18h, na capela 2 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. O corpo do ator será cremado daqui a 4 dias no Crematório do Caju, na Zona Portuária.
O ator não deixa filhos.
Carreira
Adriano Reys nasceu no Rio de Janeiro em 20 de julho de 1934. Começou sua carreira artística no cinema já em 1953. Fez vários filmes, entre eles: "Os Três recrutas", "É pra casar?", "Dupla do barulho", "Malandros da quarta dimensão", "Leonora dos sete mares", "Angu de caroço", "O golpe", "Aí vamos cadetes", "As sete Evas", "No tempo dos bravos", "Os apavorados", "Garota de Ipanema".


Como fez sucesso no cinema, foi chamado para a televisão. Na década de 70, esteve na TV Tupi de São Paulo aparecendo nas novelas como "Bel amy", "Rosa dos ventos", "Ídolo de pano", "Ovelha negra", "A viagem", "Éramos seis" e "O direito de nascer".


Em meados de 1980, foi para a TV Globo, onde fez sucesso nas novelas "Vale tudo", "Barriga de aluguel", "Mulheres de areia" e "Kubanacan". Atuou também nas novelas "Idade da loba" (na TV Bandeirantes) e "Do fundo do coração" (na TV Record), entre outras.


Por Jazy Theodolino.

Você é um internetholic?


Por: Marlene Bastos
Você fica on-line mais de cinco horas por dia, consulta sua caixa de mensagens de meia em meia hora e sente cada vez mais necessidade de usar a internet? Já colocou em risco seu trabalho, escola ou relacionamentos por causa da internet?  Você se sente inquieto, mal-humorado ou depressivo quando tenta diminuir o tempo de uso da Internet? Você usa a internet como uma válvula de escape para seus problemas ou para diminuir a solidão ou ansiedade?
Se você respondeu afirmativamente a pelo menos três das perguntas acima, você pode ser considerado um internetholic, uma pessoa viciada em internet, que faz uso patológico da internet ou que tem maiores chances de sintomas de abstinência ao parar de se conectar.
É claro que a tecnologia é extremamente importante para a evolução da humanidade. O homem está sempre criando e inovando, buscando novas técnicas e possibilidades. E um dia, fomos apresentados ao mundo virtual, um mundo muito sugestivo, diferenciado, versátil, eclético e inovador. Mas, como tudo na vida, até esse mundo impalpável tem seu lado negativo. Muitas pessoas se encantam tanto com a rede, que nem percebem as mudanças no próprio comportamento.
É fato que o uso compulsivo e a dependência da internet podem causar vários prejuízos psíquicos, físicos, sociais, profissionais, financeiros, familiares e afetivos na vida de uma pessoa.
Pessoas que usufruem do cyberespaço com moderação e de maneira saudável, sem se esquecer das pessoas à sua volta, da sua família, do seu trabalho ou estudo e das suas demais atividades diárias, sabem dividir o tempo, conseguem se organizar e não substituem sua vida diária real pelas horas a fio na internet.
Já os internetholics, usam a internet diariamente por várias horas seguidas, se alimentam em frente ao computador, permanecem até de madrugada conectados, trocam os amigos reais por amigos virtuais, ficam sonolentos durante o dia a ponto de prejudicar o rendimento no trabalho ou na escola e recusam passeios para ficarem conectados, caracterizando um quadro comportamental nada saudável.
Alguns internetholics até percebem a sua falta de controle nos impulsos de se conectar, mas não conseguem controlar a compulsão, não conseguem encontrar um ponto de equilíbrio diante desta situação e necessitam da ajuda de profissionais especializados, como psicólogos, psicoterapeutas e psicanalistas. Sorte nossa que hoje, no Brasil, existem muitos profissionais habilitados e estudiosos deste novo tema.
Novos tempos, novas tecnologias… novas patologias!
Por Jazy Theodolino.

Pobre corre mais risco de ter câncer e de morrer da doença

Os pobres correm mais risco de ter e de morrer de câncer do que as pessoas de poder aquisitivo mais alto na América Latina e nos Estados Unidos. Essa é a constatação de especialistas desses países, que se reuniram, neste mês em Guadalajara (México), no workshop Cancer Research in the Media, promovido pelo National Cancer Institute, dos Estados Unidos.

Segundo Ignacio Miguel Musé, diretor do Programa Nacional de Controle de Câncer do Uruguai, apesar de os países latino-americanos passarem por um momento de transição, caracterizado pelo aumento da expectativa de vida e diminuição da mortalidade por doenças infecciosas e bacterianas, o modo de viver dos mais pobres ainda é um fator de alto risco para se adquirir vários tipos de câncer.
A constatação se justifica pelo grande número de casos de tumores que são vinculados às condições socioeconômicas e que têm menor incidência em países desenvolvidos, de acordo com Musé.
Só em 2008, foram diagnosticados quase 13 milhões de casos de câncer e 7,6 milhões de mortes por câncer na América Latina, de acordo com o Globocan 2008, levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre a incidência e mortalidade por câncer no mundo. E em 2030, já se estima mais de 20 milhões de casos - 63,4% vindos dos países mais pobres da região.
- Há uma variedade de cânceres frequentes em países pobres, ou menos ricos, que são o câncer de estômago, pela alimentação, de útero e de trompas, vinculados a vírus cancerígenos; câncer de bexiga, ligado a germes, e o de mama e de colo de útero, ligados a diagnósticos mais tardios, que chegam mais tarde a pessoas com menos recursos, ou que não tem como pagar o tratamento.
Comida, cigarro e sexo aumentam risco
O consumo exagerado de comida industrializada, o tabagismo e o sexo sem proteção, comportamentos disseminados entre os mais pobres em todo o continente, são outros fatores de risco de câncer que devem ser considerados.
O alerta é da especialista em oncologia gastrointestinal Marcia Cruz-Correa, professora de Medicina e Bioquímica da Universidade de Porto Rico.
Com base no estudo da médica Eugenia Calle, do American Cancer Society, divulgado em 2003, que associou a obesidade à maior propensão ao câncer de endométrio, rim, mama (em mulheres na pós-menopausa) e câncer colorretal, em homens, Marcia diz que, quanto maior o peso, maior o risco.
- Não estamos seguros sobre o porquê isso acontece. Pode ser pelo tipo de alimento, pela inflamação associada à obesidade que, nada mais é do que um estado inflamatório sistêmico que afeta a capacidade das nossas células de se reparar. Pode ser porque aumenta a proliferação das células por causa da resistência à insulina.
A má qualidade da alimentação pode ainda ser um fator de risco de câncer de estômago, já que a doença está associada à bactéria Helicobacter pilori, que infecta a mucosa do estômago, causando gastrite e úlcera em curto prazo, segundo Márcia Cruz.
- Sabe-se que a bactéria H.pilori tem prevalência maior em populações em que há menor higiene e água potável.
Até mesmo fazer sexo sem preservativo aumenta o risco de câncer, em virtude da maior exposição ao vírus HPV, que, em longo prazo, causa câncer de colo de útero (segundo tipo de câncer mais recorrente nas mulheres dos países latino-americanos e entre as brasileiras) e mesmo de boca.
- Onde está a maior prevalência de HPV? Entre as pessoas que não se protegem que não têm informação para fazê-lo.
E mesmo o cigarro, tão ligado aos casos de câncer de pulmão, de garganta e de boca, ainda sim aparece como “grande companheiro” da população mais pobre.
Um levantamento da OMS afirma que, dos 1,3 bilhão de fumantes no mundo, 80% vivem em países em desenvolvimento. E dos 100 mil jovens que começam a fumar a cada dia, 80% são de países em desenvolvimento.
Acesso à saúde pode diminuir mortalidade
Para o oncologista Antonio Tito Fojo, chefe da Seção de Terapias Experimentais do Centro de Pesquisa de Câncer, do National Cancer Institute, dos Estados Unidos, deve-se levar em conta a falta de acesso à prevenção e ao tratamento contra o câncer do que hábitos na hora de avaliar os riscos.
- Ser pobre é mau para tanta coisa e para o câncer é fatal (...). O problema é não ter acesso ao sistema médico preventivo, nem acesso a informação, e não saber que no seu peito pode ter um câncer de mama que pode ser curado se for detectado mais cedo.
Sua afirmação vai de encontro com a pesquisa Cancer Facts and Figures 2011, do American Cancer Society, divulgada em junho deste ano, que diz que a pobreza é “uma das substâncias cancerígenas mais potentes, rivalizando com o tabaco e a obesidade”.
Apesar de o documento mostrar que os índices de mortes por câncer nos Estados Unidos caíram nos últimos anos (22% entre os homens e 13,9% entre as mulheres), entre 1990 e 2007, os dados não são tão animadores quando se analisa a classe social e a raça.
De acordo com o documento, as mortes por câncer de pulmão no país são de quatro a cinco vezes maiores entre os menos escolarizados.
Da mesma forma que 60 mil vidas, das 164 mil mortes de pessoas com câncer, entre 25 e 64 anos, em 2007, poderiam ter sido evitadas se todos seus habitantes tivessem a mesma taxa de mortalidade dos brancos com maior escolaridade.
E no Brasil?
Não há pesquisas qualitativas e quantitativas que mostram como os pobres estão sendo afetados pelo câncer no país. Mas, segundo oncologistas de dois hospitais de câncer de São Paulo, é notório que a falta de recursos e de informação também deixa essa população brasileira mais vulnerável.
Estima-se que até o fim de 2011 surgirão quase 500 mil casos de câncer em todo o país, segundo dados do Inca (Instituto Nacional do Câncer). Entre estes, assim como na América Latina, os de maior incidência são o de mama (quase 50 mil casos) e de próstata (52 mil).
De acordo com Pilar Estevez Diz, coordenadora do Serviço de Oncologia Clínica do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), hospital que atende pelo SUS (Sistema Único de Saúde), muitas pacientes chegam por lá sem nunca ter realizado um exame de papanicolau ou mamografia na vida.
- Temos muitos casos de câncer de colo retal por não ter uma política de rastreamento de lesões precoces e também de pacientes com câncer de cabeça e pescoço porque, como são pacientes de poder aquisitivo baixo, não fizeram exames periódicos.
A própria incidência de câncer de cabeça e pescoço em São Paulo é maior do que a média nacional (de 2% a 4%), enquanto no Brasil atinge 3%, afirma a doutora.
Considerado o maior hospital oncológico da América Latina, o Icesp recebe anualmente 14 mil pacientes e realiza em torno de 34 mil atendimentos por mês na capital paulista.
Para o cirurgião oncológico Vinicius de Lima Vazquez, vice-diretor clínico do Hospital do Câncer de Barretos, localizado no interior de São Paulo, os pacientes mais pobres tendem a ter um acesso mais tardio ao diagnóstico.
- Apesar da falta de dados específicos no Brasil, é certo que o acesso à saúde é mais difícil para a população de baixa renda. Além disso, o baixo nível sociocultural resulta em pouco conhecimento de situações de risco ou suspeita, levando ao diagnóstico de casos mais avançados.
O hospital que também atende pelo SUS faz 300 atendimentos por dia e ainda oferece 13 casas de apoio para que seus pacientes possam vir realizar o tratamento e ter um local para se hospedar e se alimentar.


Por Jazy Theodolino.